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MARILEI LURDES GIACOMINI SIQUEIRA
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Criado em: 08/11/2010
 
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PROFESSORES APRESENTAM PROJETOS DE SUAS ESCOLAS
 

Durante todo o dia de 06 de março, os professores do Ensino Médio das escolas estaduais dos municípios de Derrubadas, Barra do Guarita, Vista Gaúcha e Tenente Portela, estiveram reunidos nas dependências da Escola Cléia onde receberam esclarecimentos e discutiram a Proposta Pedagógica para o Ensino Politécnico. Na oportunidade, as escolas foram convidadas a  apresentar seus projetos que já foram e estão sendo desenvolvidos  com os alunos durante as aulas.

 
Escrito por:MARILEI LURDES GIACOMINI SIQUEIRA - 08/03/2012 13:30
 
Categoria(s):  Sem Categoria
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ÁRVORE DOS SONHOS
 

 

            Para realizar algo de valor é preciso ter espaço para sonhar. Durante as aulas de Sociologia  ministradas nas turmas 101, 102, 103, 201 e 301   foi construída uma árvore e os alunos em grupos escreviam em folhas seus sonhos  de um futuro de qualidade  em relação a escola.

            A negociação coletiva vai mostrar que há muitos sonhos parecidos entre as pessoas, e que, por serem sonhados juntos, eles podem se tornar realidade. Estes sonhos agrupados são os objetivos do grupo, como dizia o poeta Raul Seixas: “sonho que se sonha só é só um sonho, mas sonho que se sonha junto é realidade”. Portanto, se muitos estiverem sonhando juntos, a chance de transformar a realidade é bem maior.

Muitas vezes imaginamos algo que parece impossível aos nossos olhos, mas basta parar, pensar, refletir e principalmente querer que isso aconteça. Para a realização deste trabalho foi lançada a seguinte pergunta: “Como é a escola, comunidade, professores e alunos de nossos sonhos?”  

A equipe teve oportunidade de discutir  e apresentar  seus sonhos para o grande grupo e por fim colocando seu sonho em forma de folhas no tronco para compor a árvore.

Como diz Augusto Cury:

Sem sonhos, a vida não tem brilho.

Sem metas, os sonhos não têm alicerces.

Sem prioridades, os sonhos não se tornam reais. Sonhe, trace metas, estabeleça prioridades e corra riscos para executar seus sonhos. Melhor é errar por tentar do que errar por omitir!

           Professora Marilei Siqueira

 

 

 

 

 

 
Escrito por:MARILEI LURDES GIACOMINI SIQUEIRA - 02/03/2012 19:25
 
Categoria(s):  Sem Categoria
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CLIP TENENTE PORTELA
 

 

ESTE CLIP  RELATA PARTES DA HISTÓRIA DO MUNICÍPIO DE TENENTE PORTELA.

CRIADO COM A PARTICIPAÇÃO DOS ALUNOS NAS AULAS DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA.

 

CONFIRA O SITE:

http://www.youtube.com/watch?v=SATFsKOZqTQ&feature=related

 
Escrito por:MARILEI LURDES GIACOMINI SIQUEIRA - 05/02/2012 21:20
 
Categoria(s):  Sem Categoria
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HISTÓRIA ORAL - Como fazer uma entrevista?
 
 
          A pesquisa histórica não se baseia apenas em documentos escritos ou imagens, mas também na narração de fatos por parte das pessoas que presenciaram ou que têm maior conhecimento dos mesmos. Neste caso, outra ferramenta pode ser utilizada pelo pesquisador para adquirir novas informações acerca do objeto de estudo. Trata-se da entrevista, um recurso da História Oral.
          Na História Oral pode-se fazer duas divisões em se tratando de relatos, segundo o historiador Gwyn Prins: "Existe uma tradição Oral - a qual representa um 'testemunho oral transmitido de uma geração para a seguinte ou as demais' -; Existe também um Remeniscência Pessoal: Evidência oral específica das experiências de vida do informante" (Wikipedia, 2007).
        Segundo Olga Rodrigues de Moraes von Simson, do Centro de Memória da Unicamp, a História Oral "possibilita que indivíduos pertencentes a categorias sociais geralmente excluídas da história oficial possam ser ouvidos - deixando registradas para análises futuras sua própria visão de mundo e aquela do grupo social ao qual pertencem". Apesar de ser um método prático e cada vez mais usado, a entrevista apresenta algumas deficiências, mas que podem, de certa forma, serem superadas: "o entrevistado pode ter uma falha de memória, pode criar uma trajetória artificial, se auto-celebrar, fantasiar, omitir ou mesmo mentir.
        O que poderia ser percebido como um problema, acaba se transformando em um recurso, uma vez que o próprio entrevistador, no ato de produção da narrativa histórica, não deixa de produzir uma versão do que entendeu ter acontecido. Mesmo quando o pesquisador tenha certeza de que o entrevistado esteja mentindo conscientemente, cabe a ele, entrevistador, tentar entender as razões da 'mentira', ou seja, quais os motivos que estão levando a pessoa a mentir, podendo ser aplicado o mesmo no caso da ilusão biográfica, quando o indivíduo faz uma produção artificial de si mesmo. No caso de esquecimento, para ajudar suprir essa falha, podem-se usar os chamados 'apoios de memória', como fotografias, objetos e outras coisas que possam ajudar o entrevistado a se recordar melhor dos fatos em pesquisa". (op. cit.).
         Se formos analisar a credibilidade dos recursos de pesquisa histórica, sejam documentos ou oralidade, iremos nos deparar sempre com a interpretação ou a crítica pessoal de quem o fez, cabendo ao pesquisador/entrevistador saber aproveitar as informações que lhe convém e criar suas próprias considerações. "[...] nenhum documento pode nos dizer mais do que aquilo que o autor pensava – o que ele pensava que havia acontecido, queria que os outros pensassem que ele pensava, ou mesmo apenas o que ele próprio pensava pensar. Nada disso significa alguma coisa, até que o historiador trabalhe sobre esse material e decifre-o", é o que comenta Edward Hallet Carr, citado no site Wikipedia.
          A entrevista possibilita um contato direto com o "ator/autor" da História. Esse envolvimento pode resultar num trabalho dinâmico, abrangente e até mais realista, traz
 endo, assim, o passado para o presente.
      Agora, vejamos os passos básicos para realizar uma boa entrevista:

COMO FAZER UMA ENTREVISTA

1. Preparar antes da entrevista um roteiro com alguns dos assun­tos importantes a abordar. Ao partir para a entrevista, é fun­damental saber o que vamos perguntar.
2. Conversar com o entrevistado sobre nossos objetivos e descobrir se realmente deseja colaborar conosco. Não se obriga ninguém a ser entrevistado.
3. Escolher local e hora apropriados, para que a entrevista se dê sem interrupções. Num ambiente ou momento onde entrevista­do ou entrevistador estejam com pressa torna-se impossível a realização da entrevista.
4. Em lugar de apenas anotar o que o entrevistado diz, é melhor e mais adequado, se possível, levar um gravador para ficar tudo registrado, de tal forma que não se perca parte alguma daquilo que o entrevistado disse.
5. A entrevista não deve ser interrogatório e sim diálogo.
6. O entrevistador deve respeitar as opiniões do entrevistado, mesmo quando não concordar com elas.
7. O entrevistador deve dar oportunidade para que o entrevistado fale tudo o que desejar, no tempo que quiser.
8. Nunca fazer nova pergunta enquanto o entrevistado ainda não tiver terminado de expor seu pensamento em relação à pergun­ta anterior. Não interromper desnecessariamente a fala do outro.
 
             Dê essas dicas ao seu aluno.
 
REFERÊNCIAS

SIMSON, Olga Rodrigues de Moraes von. O que é História Oral. Disponível em:
www.centrodememoria.unicamp.br/laho/index.htm. Acesso em 23 mai 2007.

WIKIPEDIA. História Oral. Disponível em:
http://pt.wikipedia.org/wiki/História_Oral#searchInput#searchInput. Acesso em 23 mai 2007.
 
Escrito por:MARILEI LURDES GIACOMINI SIQUEIRA - 05/02/2012 14:37
 
Categoria(s):  Sem Categoria
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REFLEXÃO PARA O INÍCIO DO ANO
 
Recebi este texto pelo correio eletrônico e achei que
seria oportuno para uma reflexão no início de 2012.


O CAVALO E O PORCO

 

Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo.  Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo.  

Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário:  

- Bem, seu cavalo está com uma virose, e precisa tomar este medicamento
durante três dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.
  

Neste momento, o porco escutava toda a conversa.  

No dia seguinte deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:  

- Força amigo! Levanta daí, senão você será sacrificado!  

No segundo dia, deram o medicamento e foram embora.  

O porco se aproximou do cavalo e disse:  

- Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer! Vamos lá, eu te ajudo a levantar... Upa!  

No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse :  

- Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.  

Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:  

- Cara, é agora ou nunca, levanta logo! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar!  

- Ótimo, vamos um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai...
Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa!!! Você venceu Campeão!
  

Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:  

- Milagre! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa... 'Vamos matar o porco!'

  

--§-- --§-- --§-- --§-- --§-- --§-- --§-- --§-- --§--

  

Isso acontece com freqüência no ambiente de trabalho. Nem sempre alguém percebe quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso. 

Saber viver sem ser reconhecido é uma arte, afinal quantas vezes fazemos o papel do porco amigo ou quantos já nos levantaram e nem o sabor
da gratidão puderam dispor ?

 Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se:  

AMADORES CONSTRUÍRAM A ARCA DE NOÉ E PROFISSIONAIS, O TITANIC.

  

Procure ser uma pessoa de valor, em vez de ser preocupar em ser uma pessoa de sucesso!!!

                               Um bom início de ano letivo!

 

 

 

 

 

 
Escrito por:MARILEI LURDES GIACOMINI SIQUEIRA - 13/01/2012 23:00
 
Categoria(s):  Sem Categoria
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Carta ao inquilino
 

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Alterar Mensagem
 
 
Vamor refletir o que trás a Carta ao Inquilino.
 
      Muitas vezes nos deparamos com situações  desastrosas e deixamos de nos preocupar. O que  estamos fazendo para modificar tudo isto? O que esperamos no futuro? O que deixaremos para a natureza nos próximos anos?
 
      Faça uma reflexão sobre isso.
 
 
Senhor M
orador!


        Gostaríamos de informar que o contrato de aluguel que acordamos há bilhões de anos atrás está vencendo. Precisamos renová-lo, porém temos que acertar alguns pontos fundamentais


• Você precisa pagar a conta de energia. Está muito alta! Como você
gasta tanto?
• Antes eu fornecia água em abundância, hoje não disponho mais desta quantidade.
• Precisamos renegociar o uso.
• Por que alguns na casa comem o suficiente e outros estão morrendo de fome, se o quintal é tão grande? Se
cuidar da terra vai ter alimento para todos.
• Você
cortou as árvores que dão sombra, ar e equilíbrio. O sol está quente e o calor aumentou. Você precisa replantar novamente!
• Todos os bichos e plantas do imenso jardim devem ser cuidados e preservados. Procurei alguns animais e não os encontrei. Sei que quando aluguei a casa eles existiam…
• Precisam verificar que cores estranhas estão no céu! Não vejo o azul!
• Por falar em lixo, que sujeira, heim??? Encontrei objetos estranhos pelo caminho! Isopor, pneus, plásticos…
• Não vi os peixes que moravam nos rios e lagos. Vocês pescaram todos? Onde estão?
        

            Bem, é hora de conversamos. Preciso saber se você ainda quer morar aqui? Caso afirmativo o que você pode fazer para cumprir o contrato?
             Gostaria de ter você sempre comigo, mas tudo tem um limite.
Você pode mudar?


Aguardo respostas e atitudes.


Ass: Sua Casa – A Terra

 

 
 
Escrito por:MARILEI LURDES GIACOMINI SIQUEIRA - 13/01/2012 22:23
 
Categoria(s):  Sem Categoria
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FELIZ NATAL
 

 

A Direção da Escola Cléia deseja a todos os alunos, professores, funcionários, pais e munícipes portelense um Feliz Natal e abençoado Ano Novo.

 

 
Escrito por:MARILEI LURDES GIACOMINI SIQUEIRA - 23/12/2011 20:45
 
Categoria(s):  Sem Categoria
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ALUNOS REALIZARAM VIAGEM À SERRA GAÚCHA
 

Alunos da Escola Cléia realizaram viagem à Gramado, Canela e Porto, visitando os principais pontos turísticos da região.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
Escrito por:MARILEI LURDES GIACOMINI SIQUEIRA - 17/12/2011 17:03
 
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METODOLOGIA E O ENSINO DA HISTÓRIA
 

METODOLOGIA E O ENSINO DA HISTÓRIA

 

            O presente artigo tem como objetivo contribuir com o enriquecimento das discussões teóricas e metodológicas para o ensino da história. Quero mostrar  a importância da crítica e reflexão como método de ensino e aprendizagem no tempo em que se tem  ao tempo de pesquisa de textos, livros, museus, jornais, ou até mesmo através de entrevistas a pessoas que esteja a mais tempo no local estudado ou que conheçam os fatos históricos a ser estudados ou bem como o uso do livro didático.

            Para ser um bom professor de História não basta saber, é necessário conhecer e muitas vezes viver a história em sala de aula despertando paixão por aquilo que acredita e ensina, assim os educandos vão compartilhar desta emoção e aprender de verdade, buscando, criticando e vivendo esse momento com intensidade e com tudo o que se aprende a partir  da emoção, da busca de conhecimento levando este aprendizado para o futuro.

              Que a escola seja um espaço onde se serve as crianças alimentos do futuro, em direção ao qual nossos corpos se inclinam e os nossos sonhos voam[...].Diante desse pensamento, acredita-se que a escola deve ser realmente o espaço de aprendizagem, da busca do saber e do conhecimento.

            E é neste momento oportuno que apresento o pensamento de Rocha (1996, 50-51)), quando esclarece que:

[...] Em história pensamos ser uma educação de qualidade aquela que permite ao aluno construir em seu ser instrumentos teóricos, tais que lhes possibilitem uma leitura crescente da realidade social. Assim sendo, a prática do professor deverá estar voltada para a aquisição e treino no manejo dos conceitos das ciências sociais pelos alunos. A posse dessas ferramentas inscreve-se na ideia de transversalidade de uma vez que elas permitem transformar objetos e portanto criar novos.

            No ensino de história devemos  promover uma prática pedagógica alerta e dinâmica para que o aluno se localize e vivencie os fatos, um dos caminhos é o trabalho com conceitos que vai permitir o conhecimento e a transformação, só assim ele vai gostar do que está estudando, ou seja gostar de estudar história.

            O professor de história deve sempre estar preparado, buscando enriquecimento de sua base teórica e metodológica, sempre considerando os conceitos básicos. Como educadores em história devemos no preocupar em tornar o ensino mais eficiente e atraente, mas para isto deve-se viabilizar o desenvolvimento da potencialidade, criadoras e raciocínio crítico de cada educando.

 Escrito por: Josefa de Fátima Guimarães- funcionária da Escola Cléia e acadêmica do V Período do Curso de História pela Uniasselvi.

 
Escrito por:MARILEI LURDES GIACOMINI SIQUEIRA - 12/12/2011 15:36
 
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CONFIRA ALGUMAS FOTOS DA FEIRA
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
Escrito por:MARILEI LURDES GIACOMINI SIQUEIRA - 27/11/2011 14:56
 
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Organização da feira
 

 

 

TURMA 205 ORGANIZANDO SALA PARA A FEIRA

               TURMA 205  AJUDANDO NA ORGANIZAÇÃO

 

 
Escrito por:MARILEI LURDES GIACOMINI SIQUEIRA - 27/11/2011 14:44
 
Categoria(s):  Sem Categoria
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A IMPORTÂNCIA DE ESTUDAR A HISTÓRIA DA ÁFRICA
 

 

            No Brasil, o início do século XXI é o marco que representa o avanço e a concretização de um novo olhar ao Continente Africano. A Lei nª 10.639/2003 torna obrigatório o ensino de história e cultura africana e afro brasileira nos níveis Fundamental e Médio. Mas ela não tem como objetivo mudar, ou substituir o foco etnocêntrico assentado nas raízes europeias por um africano, mas sim de ampliar o foco nos currículos escolares para a diversidade cultural, racial, social e econômica brasileira.

         A lei 10.639/2003 oportuniza o repensar das relações étnico-raciais, sociais, pedagógicas no sentido de orientar a reelaboração de estratégias que promovam novos olhares para a educação. Para isto, é necessário difundir, divulgar a proposta desta lei, bem como ampliar o acesso à produção histórica em relação ao Continente Africano.

       O professor ao trabalhar essa temática em sala de aula, deve ter o cuidado para não reproduzir a condição de inferioridade e nem enaltecer a sociedade africana. Seu trabalho é possibilitar o entendimento do processo histórico, social, politico e econômico que coloca a África na pauta de discussão em alguns momentos da História Geral e do Brasil.

        É importante que  se entenda que a História da  África não começa com a vinda dos escravos para as Américas, que   não inicia com a colonialismo dos séculos XV e XVI e que também não começa e nem se esvai com a história da civilização egípcia. Na verdade, a história da África Pré-Colonial é uma história rica, em que povos estão organizados, no mínimo em clãs. Muitos deles formando reinos, estados e impérios, portanto, com estruturas políticas diferentes.

        Vale ressaltar que os africanos que vieram para as Américas como cativos, muitas vezes eram originários da nobreza africana e esta história é desconhecida por nós. Os livros didáticos mostram o negro acorrentado aos grilhões do passado, imagem construída pela insistência e persistência das representações da África como a terra de origem dos negros escravizados, de um continente sem história e repleto de animais selvagens. A África é vista como diferente dos demais continentes é vista como terra de escravos.

        Hoje, o contingente dos afrodescendentes chega a cerca de 80 milhões de pessoas, 46,2% da população nacional, o que tem levado a afirmação de que o Brasil seria a segunda maior nação com população de origem africana no mundo.

       Até que ponto a imagem retratada do negro nos livros didáticos, de forma mascarada, contribuiu para a formação de uma cultura que discrimina e exclui? Os livros didáticos resumem a história do africano e seus descendentes ao papel de escravos no Brasil Colônia e uma breve menção à escravidão, mais do que aos próprios escravos , no Brasil Imperial. Dificilmente a história da África vai além da escravidão moderna, da partilha imperialista, e do Período Pós Segunda Guerra Mundial, do processo de descolonização. O que se fala cabe em poucas linhas.

       Ensinar a História da África,  não é tarefa fácil, exigirá comprometimento e constante pesquisa. O professor engajado nesse desafio, será num primeiro momento, obrigado a  desconstruir os preconceitos que povoam o imaginário social em relação à África e ainda, compreender que a história desse continente requer a conjunção de dois fatores essenciais: construir uma sensibilidade empática para com a experiência histórica dos povos africanos e uma constante atualização dos referenciais sobre a África, africanos e afro-brasileiros.

        Considerando o olhar negativo sobre a África e africanos que predominou na sociedade brasileira durante um longo período, a questão abordada diz respeito ao problema com as fontes para ensino da História desse continente. O probl ema reside em: onde buscar leituras que propiciem informações sobre o Continente Africano, sua história e sua diversidade? 

         Nesse contexto, o professor deverá estar munido de habilidades e competências para ministrar este conteúdo em todas as disciplinas da Educação Básica propiciando ao educando uma aprendizagem interdisciplinar rompendo a hierarquia entre as disciplinas e alinha os saberes entre elas.

        Marilei Lurdes Giacomini Siqueira- Professora de História e pedagoga

 
Escrito por:MARILEI LURDES GIACOMINI SIQUEIRA - 18/11/2011 00:32
 
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CLÉIA, CAMPEÃO NOS JERGS
 

 

                                                                          

  A direção, professores, alunos e funcionários parabenizam os atletas que trouxeram o título de campeões dos JERGS ao município de Tenente Portela, em especial a Escola Cléia.

      Por várias vezes a Escola Cléia foi vice pelo Campeonato Estadual do Rio Grande do Sul e foi muito justo este título.

      A festa será maior no dia da entrega do trofeu, onde teremos um grande jogo para a apresentação dos atletas.

     O jogo decisivo foi disputado contra uma escola de Alegrete, no qual o jogo encerrou-se 0x0 no tempo normal, na prorrogação o empate persistiu levando a decisão para os pênaltis. Nas penalidades máximas, os atletas Éderson Schrader, Edenilson, João Avrella e Norton anotaram para a equipe portelense e o goleiro Augusto, garantiu o titulo para Tenente Portela, com duas defesas decisivas. A equipe foi comandada pelo professor Enio Lapazini que teve a sua disposição os atletas Marcelinho, Adriano Dickel, Augusto Lorenzon, Edenilson, Norton, Thiaguinho, João Avrela, Éderson, Miguel Hanauer, Michel, Vitor Carboni, Crhistian, Adriano, João Richter, Vinicius Marion, Juninho, Roger Veit e Fernando Demari Gross.

       Parabéns, e não podia ser diferente, entraram com a garra e a coragem e é assim que faz de nossos atletas uns heróis.

 
Escrito por:MARILEI LURDES GIACOMINI SIQUEIRA - 17/11/2011 08:05
 
Categoria(s):  Sem Categoria
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XI FEIRA DO PEQUENO E GRANDE ESCRITOR, FEIRA DA ARTE E FEIRA INTERDISCIPLINAR NA ESCOLA CLEIA
 

 

 A Escola Cléia Salete Dalberto realizou no dia 27 de outubro uma grande Feria nas dependências da  escola proporcionando  a interdisciplinaridade que deu  ênfase a este evento. Foi um grande sucesso onde todos estiveram envolvidos durante o ano para que neste dia os frutos colhidos fossem de qualidade.

Acredita-se que o trabalho realizado durante o ano vinha motivando os alunos e professores cada vez  mais despertando o interesse e a criatividade  na realização das obras apresentadas durante esse dia.

A comunidade deve conhecer o trabalho que a escola está  realizando para que possa interagir, participar, avaliar  e ajudar a construir um referencial na sociedade em que esta inserida.

Os professores e alunos devem cacarejar, fazer barulho, verificar se realmente ouve aprendizagem durante esse período de escolarização, contextualizando seus saberes através de aulas práticas e expositivas onde a comunidade esteve presente e foi testemunha  da realização e concretização de saberes.

A leitura na escola foi um momento marcante para esta feira, porque acredita-se que o grande leitor se faz pela motivação recebida através de contos, histórias, causos desde a infância até a fase adulta. A feira foi marcada pela Hora do Conto onde contou com a participação da comunidade na realização deste momento. Pais vieram contar suas histórias, cantar para encantar, ouvir e também apreciar este evento que só teve sucesso porque a sociedade participou em massa.

A partir das leituras, os alunos construíram diversos tipos de livros que estiveram a disposição dos visitantes. Como já é do conhecimento da comunidade, a escola realiza a hora da leitura uma vez por semana, para que o aluno adquira, com prazer, o habito da leitura. Ler tem que ser um momento prazeroso, não uma obrigação.

Nesta feira tivemos a apresentação do Vídeo Institucional da Escola Cléia onde apresentou a  missão e visão desta instituição, bem como a história antiga e atual  que se caracteriza como referencial para o ensino atual. 

A Escola Cléia vem agradecer a todo comunidade portelense, e dos municípios vizinhos que aqui estiveram visitando a feira. Aos alunos e professores pela dedicação e responsabilidade com que conduziram esta feira

 

 
Escrito por:MARILEI LURDES GIACOMINI SIQUEIRA - 06/11/2011 15:47
 
Categoria(s):  Sem Categoria
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GRANDE EVENTO NA ESCOLA CLÉIA
 

 

Venha visitar a Grande Feira na Escola Cléia.

Esperamos você !

Terá grandes novidades.

Quinta feira- dia 27 de outubro de 2011.

Durante todo o dia e a noite.

Então tá.

Até dia 27.

 

 

 
Escrito por:MARILEI LURDES GIACOMINI SIQUEIRA - 25/10/2011 00:18
 
Categoria(s):  Sem Categoria
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